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O amoníaco é amplamente utilizado em sistemas de refrigeração industrial e comercial. No entanto, trata-se de um gás tóxico e corrosivo, sendo essencial identificar qualquer fuga o mais cedo possível para proteger trabalhadores, instalações e o ambiente.

As fugas de amoníaco podem causar problemas respiratórios, irritações oculares e até incêndios, já que o gás é inflamável em certas concentrações. Por isso, a deteção eficaz é uma prioridade de segurança.

Métodos de deteção – existem três principais formas de detetar fugas:

Métodos visuais: incluem a inspeção de válvulas, mangueiras e ligações, procurando sinais como corrosão ou líquidos. Apesar de simples, são pouco fiáveis por se tratar de um gás incolor.

Olfato humano: o amoníaco tem um cheiro forte facilmente detetável a partir de 5 ppm. Contudo, a exposição prolongada pode reduzir a perceção do odor, tornando este método arriscado.

Detetores eletrónicos: são a opção mais segura e precisa. Destacam-se os sensores eletroquímicos, de semicondutor, infravermelhos e fotónicos (PID), capazes de identificar concentrações muito baixas do gás.

E se for detetada uma fuga?

O primeiro passo é evacuar a área e ventilar o espaço, sempre com recurso a equipamento de proteção adequado. Se for seguro, devem ser fechadas as válvulas e isolada a zona. É obrigatório contactar os serviços de emergência.

A prevenção é a chave:

Manutenções regulares, calibragem dos sensores e formação contínua das equipas são fundamentais para garantir a segurança. A deteção precoce pode salvar vidas e evitar prejuízos.

Na Avantdis, ajudamos a implementar sistemas de deteção e resposta eficazes.

Aposte na prevenção — o risco não compensa.